Desde o início da semana que uma das notícias mais badaladas nos media europeus tem sido a presença de Cristiano Ronaldo e da namorada, a modelo Irina Shayk, na Madeira. As atenções têm-se concentrado no casal e no filho do jogador, cujas fotografias foram publicadas por muitos órgãos de comunicação social sem que o seu rosto surja distorcido.
A protecção da identidade e imagem de menores pela imprensa tem sido uma luta por parte de várias instituições, mas nem sempre as recomendações são seguidas pelos responsáveis dos órgãos de comunicação social. Muitas vezes, preferem sujeitar-se ao pagamento de coimas do que perder a possibilidade de vender mais uns quantos exemplares.
No caso do filho de Cristiano Ronaldo, o jogador fez saber hoje, através do seu advogado, que irá agir judicialmente contra os media que divulguem imagens não distorcidas da criança. As únicas excepções foram o Jornal de Notícias e o Correio da Manhã. Num comunicado divulgado pelo advogado, e citado pela agência Lusa, o futebolista reitera que "não autoriza a realização de quaisquer fotografias ou filmagens, e muito menos a sua divulgação mediática, em que conste a imagem do seu filho".
Mais do que uma imposição de uma estrela de futebol, o que está em causa é a privacidade e a protecção da imagem de uma criança e a responsabilidade social que os meios de comunicação social também devem assumir.
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