Não se trata de um exclusivo português, mas num país democrático, que tem consagrada na sua Constituição a Liberdade de Imprensa e de Expressão, o caso é ainda mais preocupante. Numa altura em que os partidos políticos estão em campanha eleitoral e esgrimem os mais variados argumentos para colher o maior número de votos do eleitorado, há quem, dentro das máquinas partidárias, se arrogue no direito de dizer aos jornalistas de que forma devem fazer o seu trabalho e de os ameaçar e insultar. O caso é ainda mais grave quando esse alguém já foi jornalista. Esta atitude, por si só, mostra traços de arrogância e autoritarismo de um membro de um partido que quer ser o próximo governo de Portugal.
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